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Coanfitrião Airbnb: Quanto Ganha e Como Ser em 2026

Coanfitrião Airbnb 2026: quanto ganha (R$ 1.200 a R$ 10.000/mês conforme nº de imóveis), como ser, requisitos da Rede oficial e contrato pronto para baixar.

06 de abril de 2026 Atualizado em 09 de abril de 2026 12 min de leitura Diego Sampaio
Coanfitrião Airbnb: Quanto Ganha e Como Ser em 2026

Um co-anfitrião no Airbnb ganha, em 2026, entre 15% e 30% da receita líquida do imóvel — na prática, de R$ 1.200/mês (1 imóvel, escopo parcial) a R$ 7.500–10.000/mês (5 a 8 imóveis em operação completa). O percentual depende do escopo: operação completa vale 25% a 30%, só mensagens vale 10% a 15%. Também dá para cobrar valor fixo (R$ 50 a R$ 150 por reserva) ou mensal (R$ 800 a R$ 2.500 por imóvel). Não há requisito para ser co-anfitrião informal; para entrar na Rede oficial do Airbnb é preciso histórico de 10 ou mais estadias nos últimos 12 meses.

O co-anfitrião permite escalar sem contratar empresa de gestão. É também a porta de entrada para quem quer trabalhar com aluguel por temporada sem ter imóvel próprio. O problema é que quase nenhum guia mostra os números reais: quanto ganha, quanto paga, como formalizar, o que pode dar errado. Este artigo cobre os dois lados: quem quer virar co-anfitrião e quem precisa contratar um.

O que é um co-anfitrião no Airbnb?

Co-anfitrião (ou co-host, como muitos chamam) é um papel oficial reconhecido pelo Airbnb. Na prática, é uma pessoa adicionada ao anúncio de outro anfitrião com permissões para gerenciar parte ou a totalidade da operação: responder hóspedes, coordenar check-in, ajustar calendário, lidar com avaliações. A diferença em relação a um gestor profissional é a informalidade — co-anfitrião costuma ser um acordo entre pessoas físicas, sem CNPJ envolvido, remunerado por percentual ou valor fixo combinado em contrato privado.

A função virou tão relevante que o Airbnb criou, em 2023, a Rede Oficial de Coanfitriões, um marketplace interno onde anfitriões publicam vagas e co-anfitriões qualificados se candidatam. Para entrar nessa rede como prestador é preciso histórico de anfitrião comprovado, mas para ser co-anfitrião informal de alguém que já é anfitrião não há barreira de entrada — basta ser adicionado pelo anfitrião principal no aplicativo.

Como funciona o co-anfitrião no Airbnb: permissões e responsabilidades

Quando o anfitrião principal adiciona um co-anfitrião, ele escolhe o nível de acesso. O Airbnb oferece três opções:

  • Acesso total: co-anfitrião pode fazer tudo (mensagens, calendário, preços, avaliações, financeiro)
  • Acesso a mensagens e calendário: responde hóspedes e ajusta disponibilidade, mas não mexe em preço nem saca dinheiro
  • Acesso só a mensagens: apenas responde, tudo o resto fica com o anfitrião principal

Responsabilidades típicas que o anfitrião delega:

  • Responder mensagens em menos de 1 hora
  • Coordenar check-in e check-out (presencial ou self check-in)
  • Verificar ocorrências durante a estadia
  • Agendar e supervisionar limpeza entre hóspedes
  • Lidar com reclamações e problemas de manutenção
  • Solicitar e responder avaliações
  • Ajustar preços em feriados e eventos

📋 Modelo de Contrato de Co-anfitrião

Contrato simples de prestação de serviços entre anfitrião e co-anfitrião, editável em Word.

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Quanto ganha um co-anfitrião no Airbnb em 2026?

Esta é a pergunta que ninguém responde com números reais, e é exatamente onde a maioria dos contratos dá errado. A remuneração de co-anfitrião no Brasil em 2026 segue três modelos principais, cada um com faixas bem definidas:

Modelo 1: Percentual sobre a receita líquida (mais comum)

O co-anfitrião recebe uma fatia da receita do imóvel após descontar a comissão do Airbnb, taxa de limpeza e outras despesas operacionais.

EscopoPercentual justo
Operação completa (mensagens, check-in, limpeza, manutenção, preços)25% a 30%
Operação parcial (mensagens, check-in, coordenação de limpeza)15% a 20%
Só mensagens e coordenação remota10% a 15%
Só limpeza contratada separadamenteValor fixo por diária + taxa

Modelo 2: Valor fixo por reserva

O co-anfitrião recebe um valor por reserva concluída, independentemente do valor da diária. Faixas típicas: R$ 50 a R$ 150 por reserva para escopo completo, R$ 20 a R$ 50 para só mensagens.

Modelo 3: Valor fixo mensal

O co-anfitrião recebe um salário fixo, independentemente do volume de reservas. Funciona melhor quando o imóvel tem ocupação alta e previsível. Faixas típicas: R$ 800 a R$ 2.500 por mês por imóvel, escalando com número de imóveis sob gestão.

Cenários reais de ganho mensal

Com base em média de ocupação e diária no Brasil em 2026, um co-anfitrião pode esperar:

CenárioImóveisReceita do imóvel/mês% co-anfitriãoGanho líquido
Co-anfitrião iniciante1R$ 6.00020%R$ 1.200
Meio período3R$ 18.00020%R$ 3.600
Período integral5R$ 30.00025%R$ 7.500
Especialista urbano8R$ 50.00020%R$ 10.000

Os números pressupõem ocupação de 70% e diária média de R$ 300 — padrões realistas para cidades médias brasileiras. Em destinos como Florianópolis, Balneário Camboriú e Gramado, os valores podem ser 30% a 50% maiores na alta temporada. O Airbnb não publica dados oficiais de remuneração de coanfitrião — estas faixas são estimativas ZeloHost a partir dos modelos praticados no mercado e das premissas de ocupação e diária acima.

Vale a pena ser co-anfitrião de Airbnb?

Vale a pena para quem quer entrar no aluguel por temporada sem capital para comprar imóvel, e para o anfitrião que precisa escalar sem montar uma empresa. O ponto de equilíbrio costuma aparecer a partir do segundo ou terceiro imóvel: com 1 imóvel e escopo parcial, o ganho de cerca de R$ 1.200/mês raramente compensa o tempo dedicado; com 3 a 5 imóveis bem geridos, a renda de R$ 3.600 a R$ 7.500/mês já se aproxima de um salário integral.

O que pesa contra é a disponibilidade: hóspede manda mensagem à noite, no fim de semana e no feriado. Quem encara como renda passiva se frustra. Quem trata como operação profissional, com processos, contrato claro e ferramentas de automação, transforma a função em negócio escalável. Antes de fechar um acordo longo, vale testar 60 a 90 dias com um imóvel para medir o esforço real por real ganho.

Dá para ser co-anfitrião sem ter imóvel próprio?

Sim, e esse é o maior atrativo da função. Você não precisa ser dono de nenhum imóvel para ser co-anfitrião: o imóvel é do anfitrião principal, e você entra como prestador que opera a hospedagem em troca de um percentual ou de um valor fixo. É a porta de entrada mais barata para quem quer viver de aluguel por temporada sem imobilizar capital.

O caminho de quem começa do zero é direto: encontre um anfitrião que precise de ajuda (um vizinho, um conhecido ou alguém dos grupos de anfitriões da sua cidade), feche um primeiro contrato informal mesmo com escopo pequeno, acumule as 10 estadias que a Rede oficial exige e então inscreva-se na Rede de Coanfitriões para receber demanda de forma recorrente. O que você investe é tempo e organização, não dinheiro.

Quais são os requisitos para ser co-anfitrião no Airbnb?

Há dois caminhos e dois conjuntos de requisitos separados.

Caminho informal (sem requisitos)

Se você conhece alguém que já é anfitrião e quer te contratar, não há barreira formal. O anfitrião principal simplesmente vai ao aplicativo e te adiciona como co-anfitrião, pedindo apenas seu e-mail cadastrado no Airbnb. Você precisa ter conta pessoal no Airbnb (mesmo que nunca tenha hospedado ninguém) e concordar com os termos ao receber o convite.

Caminho oficial pela Rede de Coanfitriões

Para aparecer no marketplace oficial do Airbnb como prestador disponível, é preciso cumprir os requisitos de experiência da Rede de Coanfitriões:

  • 10 ou mais estadias hospedadas nos últimos 12 meses como anfitrião ou co-anfitrião, ou
  • 3 ou mais estadias que somem 100 noites ou mais nos últimos 12 meses
  • Ter anúncio ativo (próprio ou como co-anfitrião de alguém)
  • Histórico de boas avaliações
  • Responder em menos de 24 horas em 90% dos casos

Para quem está começando sem nenhuma experiência, o caminho é: pegar um primeiro contrato informal com um amigo ou conhecido anfitrião, acumular as 10 estadias, e aí sim se inscrever na Rede oficial para escalar.

Como se tornar co-anfitrião no Airbnb passo a passo

Se você já tem o anfitrião (ou acabou de fechar o primeiro contrato), o fluxo operacional é rápido:

  1. Baixe o aplicativo Airbnb e faça login com seu e-mail pessoal
  2. Peça ao anfitrião principal para te adicionar como co-anfitrião (ele faz isso em Anúncios → selecionar imóvel → Coanfitriões → Adicionar pessoa)
  3. Aceite o convite no seu e-mail
  4. Combine o nível de permissão que o anfitrião vai te dar (acesso total é o mais comum)
  5. Comece a receber notificações de mensagens e reservas diretamente no seu app

Do lado do anfitrião principal, é importante manter o controle do financeiro mesmo delegando operação. O dinheiro das reservas continua caindo na conta do anfitrião principal, e é ele quem repassa o co-anfitrião conforme combinado. Nunca confie em palavra verbal — todo acordo precisa estar em contrato.

Preciso de curso ou certificação para ser co-anfitrião?

Não. O Airbnb não exige nenhum curso, certificado ou formação para ser co-anfitrião, nem no acordo informal nem para entrar na Rede oficial (que pede experiência comprovada de hospedagem, não diploma). O que de fato diferencia um co-anfitrião na hora da contratação é o histórico de boas avaliações e uma taxa de resposta alta.

Dominar o básico, porém, acelera os primeiros contratos: como funciona a precificação por temporada, o padrão de comunicação com o hóspede, o checklist de limpeza entre estadias e as regras de segurança que o Airbnb exige. Tudo isso se aprende na prática ou com conteúdo gratuito, sem precisar pagar por certificação para começar.

Como contratar um co-anfitrião: o que procurar e como formalizar

Se você é o anfitrião que está contratando, use este checklist para não errar na escolha:

  • Experiência comprovada: peça para ver o perfil de anfitrião dele no Airbnb e leia avaliações
  • Disponibilidade horária: co-anfitrião bom responde em menos de 1 hora
  • Proximidade geográfica: se precisa de check-in presencial, precisa morar perto
  • Boa comunicação: teste a resposta dele em uma conversa antes de contratar
  • Referências: peça contato de outros anfitriões com quem ele trabalha
  • Contrato por escrito: sempre, sem exceção

O contrato de co-anfitrião é um acordo de prestação de serviços simples, mas precisa cobrir pontos críticos:

  • Escopo detalhado (o que ele faz e o que não faz)
  • Remuneração (modelo, percentual ou valor, quando é pago)
  • Prazo de vigência e condições de rescisão
  • Confidencialidade (não compartilhar dados de hóspedes)
  • Responsabilidade por danos e problemas operacionais
  • Direito de uso do perfil (Airbnb não permite que co-anfitrião finja ser o anfitrião principal)

Muitos contratos que vejo online são genéricos demais ou copiados de modelo de prestação de serviço de outro setor. O resultado é que, quando dá briga, nada está coberto. Por isso disponibilizei um modelo específico para co-anfitrião de Airbnb no download do início deste artigo.

Co-anfitrião independente ou por uma gestora: o que compensa mais?

Depende de quanto você quer crescer e de quanto risco operacional aceita carregar sozinho. Como co-anfitrião independente, você fica com toda a sua remuneração, escolhe seus clientes e define seu escopo, mas assume sozinho a captação de anfitriões, o suporte fora de hora e a substituição quando precisa viajar. Entrar por uma gestora ou rede tende a dar volume de imóveis e estrutura de apoio mais rápido, em troca de dividir a receita e seguir processos de terceiros.

Para quem está começando, o caminho independente costuma ser o mais lógico: valida a operação, aprende na prática e mantém a margem cheia. A estrutura só vira necessária quando o número de imóveis cresce a ponto de uma pessoa não dar conta. Nesse momento, a decisão real não é entre franquia ou nada, e sim qual ferramenta de gestão permite operar mais imóveis com a mesma equipe.

O co-anfitrião existe no Booking.com também?

Sim, mas com nomenclatura diferente. O Booking não tem a figura "co-anfitrião" — tem usuários adicionais da Extranet com níveis de permissão separados. O anfitrião principal pode adicionar outra pessoa com um dos seguintes roles:

  • Administrador: acesso total, incluindo financeiro e configurações
  • Gerente de propriedade: gerencia reservas, calendário e mensagens, sem acesso ao financeiro
  • Reservas: só vê e responde mensagens e reservas

A diferença prática é que o Booking é mais corporativo no modelo. Não há percentual padrão nem marketplace de co-anfitriões — é você que define a remuneração em contrato privado, igual ao Airbnb. Se você é co-anfitrião de múltiplas propriedades em ambas as plataformas, seu contrato deve cobrir as duas, detalhando se as permissões e remunerações são iguais ou diferentes por plataforma.

Para quem gere muitos imóveis em ambas as plataformas, a dor real não é a figura do co-anfitrião — é sincronizar duas interfaces diferentes. Um channel manager adequado resolve isso, fazendo o co-anfitrião trabalhar em um painel único que reflete Airbnb, Booking, VRBO e reserva direta.

Como evitar conflitos entre anfitrião e co-anfitrião?

Os três conflitos mais comuns que vejo na prática:

  1. Divergência de avaliação de hóspede: o co-anfitrião acha que o hóspede merece 4 estrelas, o anfitrião acha que merece 5 (ou vice-versa). Solução: no contrato, definir quem tem a palavra final nas avaliações.
  2. Decisão sobre cancelamento: um hóspede pede cancelamento excepcional, o co-anfitrião autoriza, o anfitrião descobre depois que perdeu 30% do mês. Solução: definir um valor-teto de cancelamento que o co-anfitrião pode aprovar sozinho. Acima disso, precisa consultar o anfitrião.
  3. Reparos e manutenção: quem paga uma torneira quebrada, um controle remoto perdido, uma toalha estragada? Solução: definir valor-limite para reparos imediatos que o co-anfitrião pode autorizar sem consulta, e o que precisa aprovação prévia.

Prevenir é mais fácil que remediar. Dedique 30 minutos para alinhar esses três pontos antes de começar, e anote as decisões no contrato.

Dica ZeloHost: Uma forma de reduzir atrito entre anfitrião e co-anfitrião é centralizar informações em um guia digital profissional. O ZeloHost cria um manual do imóvel acessível via QR Code que o hóspede consulta sozinho — regras da casa, Wi-Fi, instruções de eletrodomésticos, dicas locais — liberando o co-anfitrião de responder as 30 perguntas repetitivas que hóspedes fazem em toda estadia e deixando ele focar só nos problemas reais.


Co-anfitrião é uma das rotas mais acessíveis para entrar no mercado de aluguel por temporada sem capital próprio e, do lado contrário, é o que permite ao anfitrião solo escalar sem virar empresa de gestão. Os dois lados ganham quando o contrato é claro, a remuneração é justa e as responsabilidades estão formalizadas desde o início.

Se você está começando como co-anfitrião, o caminho é arrumar o primeiro contrato, acumular experiência e se inscrever na Rede oficial. Se está contratando, baixe o modelo de contrato, defina escopo claro e comece com um período de teste de 60 a 90 dias antes de formalizar acordo longo.

Para quem opera Airbnb e Booking ao mesmo tempo e quer simplificar o dia a dia, conheça os planos do ZeloHost a partir de R$ 9,95/mês no anual — guia digital que trabalha para anfitrião e co-anfitrião igualmente.

Perguntas frequentes

O que é um co-anfitrião no Airbnb? +

Co-anfitrião é uma pessoa que ajuda o anfitrião principal a gerenciar o anúncio e as reservas. Pode cuidar de mensagens, check-in, limpeza, manutenção ou avaliações, recebendo em troca uma porcentagem da receita ou um valor fixo acordado entre as partes. É uma função oficial reconhecida pelo Airbnb, com permissões separadas no aplicativo.

Quanto ganha um co-anfitrião no Airbnb? +

A remuneração típica varia entre 15% e 30% da receita líquida do imóvel, dependendo do escopo de responsabilidades. Co-anfitriões que cuidam de tudo (mensagens, check-in, limpeza, operação completa) ganham entre 20% e 30%, enquanto quem só cuida de mensagens ou apenas da limpeza recebe 10% a 15%. Em cidades como São Paulo e Rio, o ganho mensal líquido para um co-anfitrião com 3 a 5 imóveis fica entre R$ 3.000 e R$ 9.000.

Quais são os requisitos para ser co-anfitrião no Airbnb? +

Para participar da Rede de Coanfitriões oficial do Airbnb em 2026, é preciso ter histórico de 10 ou mais estadias como anfitrião, ou 3 estadias que totalizem 100 noites ou mais nos últimos 12 meses. Para ser co-anfitrião informal de alguém que já é anfitrião, não há requisito obrigatório — basta combinar e ser adicionado pelo anfitrião principal como co-anfitrião no aplicativo.

Como se tornar co-anfitrião no Airbnb? +

Há dois caminhos. O informal é pedir a um anfitrião existente para te adicionar como co-anfitrião do anúncio dele pelo aplicativo, definindo permissões e remuneração via contrato privado. O oficial é se inscrever na Rede de Coanfitriões do Airbnb (disponível para quem atende aos requisitos de experiência), que expõe seu perfil para anfitriões buscando ajuda na sua região.

Qual a diferença entre co-anfitrião e gestor profissional? +

Co-anfitrião é uma relação pontual entre pessoas físicas, geralmente com contrato simples e remuneração por percentual. Gestor profissional é uma empresa com CNPJ que opera múltiplos imóveis, tem equipe fixa, canais de atendimento e normalmente cobra comissões mais padronizadas (15% a 25%) mais taxas fixas. A decisão entre um e outro depende do volume e da formalização desejada pelo anfitrião.

Existe co-anfitrião no Booking.com? +

Sim, o Booking permite adicionar usuários adicionais à Extranet com diferentes níveis de permissão (Administrador, Gerente, Reservas). A estrutura é mais corporativa do que a do Airbnb, sem a nomenclatura 'co-anfitrião', mas o efeito prático é o mesmo: uma segunda pessoa com acesso para gerenciar reservas, responder mensagens e editar o anúncio.

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